Exposição a decorrer até 2016-1-15

Jorge Martins

Aforismos

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Exposição a decorrer até 2015-11-05

Maria Pia Oliveira

Caminhando pelos céus

Caminhando pelos Céus

Sobre esse imenso quadro de uma noite cerúlea, o devaneio
matemático escreveu épuras. São todas falsas, deliciosamente
falsas, essas constelações. Unem, numa mesma figura, astros
totalmente estranhos. Entre pontos reais, entre estrelas isoladas
qual diamantes solitários, o sonho constelante traça linhas
imaginárias.
Bachelard (1990). O Ar e os Sonhos.
Ensaio sobre a imaginação do movimento, p. 179

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Exposição a decorrer até 2015-7-31

Edgar Massul

dans l'eau dormante, on se repose

Provas de Contacto

Na fotografia tradicional, dita analógica, a prova de contacto resulta de encontro físico de um negativo com o papel sensível que será o suporte de uma imagem. Nestas obras de Edgar Massul todo o papel é sensível para um especial corpo-a-corpo com essa matéria de paisagem que é a lama, esse resultado do encontro da Terra com a Água, neste caso na margem Sul do estuário do Tejo num projecto que se iniciou na Ria Formosa, está no Tejo e vai partir em direcção ao Norte rumo ao Mondego e, finalmente, ao Douro.

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Exposição a decorrer até 2015-4-13

Jorge Santos

Casa de Vidro

FLORILÉGIO OU A ESTAÇÃO DAS FLORES
A partir de um jogo de infinitas variações sobre imagens da natureza vegetal a obra de
Jorge Santos trabalha, de um modo intenso, o próprio sentido do mundo natural, ou
melhor, da nossa relação com ele. O modo como este discurso não apenas se situa — pelo
estatuto artístico que assume — numa dimensão de artificialidade como acentua essa
artificialidade é essencial ao seu entendimento.

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Exposição a decorrer até 2015-1-13

Ana Isabel Miranda Rodrigues

Colophon

«Ana Isabel concretiza um trabalho sobre a memória própria e a ficção dessa memória, onde é impossível isolar imagens e pormenores, que só se entendem como sínteses abruptas, (in João Pinharanda, «Uma estação no inferno», Desenhos,
Ana Isabel Miranda Rodrigues, Culturgest, Porto, 2004) contracções brutais, associações poéticas.»

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Exposição a decorrer até 2014-11-14

Manuel Vilarinho

Statua - desenhos e pinturas

13 de Novembro, 5ª feira - 14h30
Visita guiada e conversa com o artista

"No capítulo dedicado ao tempo nas Confissões, Santo Agostinho fala dele como uma vis, energia, força, como a vis centrifuga ou a vis centripeta. Assim o tempo, assim o vento, ambos forças geradoras de antinomias que nenhuma dialéctica pode vencer: o vento como ameaça, «o vento famélico» de Qohélet, o vento inclemente que arrasta e desfigura, e o vento musical, o vento que faz soar a harpa que nenhuma mão dedilha, harpa eólica que conhece na máquina de vento em No Jardim de Família #1 uma simétrica perversa."

Excerto do texto A Meada dos Rastos de Maria Filomena Molder, no catálogo da exposição

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Exposição a decorrer até 2014-7-31

Maria José Oliveira

Construção

"Desfeito o livro e o segredo entra-se em CASA. O CORPO que desafiou todas as forças, maleitas, silêncios,dores e impossibilidades inicia uma PASSAGEM do finito para infinito. É o encontro das matériascom o desejo puro e os afectos alegres."
Excerto do texto Construção - Incipit liber de Ana Godinho, no catálogo da exposição.

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